Sua dor nas articulações tem uma causa. E encontrá-la começa com um diagnóstico certo
Sou a Dra. Cecília Varella, reumatologista há 8 anos, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Acompanho pessoas com doenças autoimunes, artrites, dor na coluna inflamatória, artrose, gota e osteoporose, e investigo dores articulares que ainda não têm nome.
Minha formação em Medicina Interna me faz olhar para o paciente inteiro, não só para a articulação que dói. A consulta é longa, com exame físico minucioso, e termina com um plano de tratamento por escrito, que você entende e consegue seguir.
CRM 35675 RS · RQE 31792 · Membro da SBR · Nota 4,9 no Google
Talvez esteja sentindo isto
- Dor nas articulações que já dura semanas ou meses
- Inchaço, calor ou vermelhidão em uma ou mais articulações
- Rigidez ao acordar, que demora a passar
- Dor na coluna que melhora quando você se movimenta
- Cansaço fora do comum, febre baixa, manchas na pele
- Um exame alterado, como FAN ou fator reumatoide, sem explicação
- Um encaminhamento de outro médico para a reumatologia
O que ninguém diz em voz alta
Essas perguntas são legítimas, e têm respostas melhores do que o medo sugere. Você não precisa enfrentá-las sozinho: elas fazem parte da consulta, e algumas estão respondidas logo abaixo.
Entender a doença muda a forma de viver com ela
A reumatologia cuida das doenças que acometem articulações, ossos, músculos e o sistema imunológico. Muitas são crônicas, mas o que define a vida do paciente não é o diagnóstico: é o quanto a doença está controlada. O trabalho é chegar ao diagnóstico certo, no tempo certo, e manter a doença sob controle com o menor impacto possível na sua rotina.
Diagnóstico com método
Sintomas parecidos podem ter causas muito diferentes. Diferenciar uma dor inflamatória de uma mecânica, ou uma doença autoimune de outra, é o que define o tratamento certo.
Controle, não só alívio
O objetivo do tratamento é controlar a atividade da doença, e não apenas mascarar a dor. É isso que protege as articulações e os órgãos ao longo dos anos.
Saúde global
Prevenção cardiovascular, saúde óssea, atividade física e vacinas fazem parte do cuidado de quem convive com uma doença reumatológica.
O que trato no consultório
Doenças autoimunes
Lúpus, síndrome de Sjögren, vasculites e esclerose sistêmica: quando o sistema imunológico ataca o próprio organismo e pode atingir pele, articulações, rins e outros órgãos.
Sinais: cansaço, febre baixa, manchas na pele, boca e olhos secos, dor articular, exames como FAN alterados
Ver doenças autoimunesArtrite reumatoide e artrite psoriásica
Inflamação crônica das articulações que, sem controle, pode causar dano. Com tratamento em tempo adequado, o objetivo é a remissão.
Sinais: inchaço e dor nas mãos e pés, rigidez matinal prolongada, psoríase na pele ou nas unhas
Ver artrites inflamatóriasEspondiloartrites e dor na coluna
Dor na coluna de origem inflamatória, que costuma começar antes dos 40 anos e melhorar com o movimento. Também discopatias e hérnia de disco.
Sinais: dor lombar que piora no repouso e à noite, rigidez matinal, dor no calcanhar ou nas nádegas
Ver espondiloartrites e colunaArtrose, gota e osteoporose
Desgaste articular, crises de gota e perda de massa óssea: condições frequentes, com controle bem estabelecido quando acompanhadas de perto.
Sinais: dor ao movimento em joelhos e mãos, crise súbita e intensa no dedão do pé, fratura por queda leve
Ver artrose, gota e osteoporoseTambém acompanho fibromialgia e dor crônica, e a investigação de dor articular ainda sem diagnóstico. Saiba como funciona a consulta.
Um processo com começo, meio e continuidade
Avaliação individual
Consulta longa: sua história, a trajetória dos sintomas, seus exames e um exame físico minucioso.
Investigação e diagnóstico
Exames de sangue e imagem definidos conforme a suspeita, sem excesso, para chegar a um diagnóstico com segurança.
Plano de tratamento por escrito
Proposta individualizada, explicada e entregue por escrito: o que cada medicação faz, o que esperar e quais cuidados fazem diferença.
Acompanhamento contínuo
Retornos para ajustar o tratamento conforme a resposta, e uma mensagem após a consulta para saber como você está.
O que você encontra nesta consulta
Consulta longa e investigativa
Tempo para escutar a trajetória dos sintomas e fazer um exame físico minucioso, não só olhar o sintoma de hoje.
Plano de tratamento por escrito
Você sai da consulta com o plano em mãos: medicações, cuidados e próximos passos, para consultar sempre que precisar.
Acompanhamento pós-consulta
Depois do atendimento, um contato para saber como você está se sentindo com o tratamento iniciado.
Escuta empática
Dor crônica e doença autoimune pesam. A consulta é um espaço em que isso é ouvido e levado a sério.
Atualização constante
Pesquisa clínica em reumatologia e atuação em centro de infusão: o tratamento acompanha o que há de mais atual.
Olhar de Medicina Interna
Duas residências: a doença é avaliada no contexto de toda a sua saúde, há 8 anos na reumatologia.

Formação para ver o todo
Graduação na UFCSPA, residência em Medicina Interna na Santa Casa de Porto Alegre e residência em Reumatologia no Hospital São Lucas da PUCRS. Hoje, além do consultório, atuo como hospitalista, em pesquisa clínica e em centro de infusão de imunobiológicos.
Escuta empática, com tempo e com o objetivo de promover saúde.
Dra. Cecília Varella · CRM 35675 RS
Quatro coisas que ajudam a começar
Quando procurar um reumatologista
Dor articular com mais de algumas semanas, inchaço, rigidez matinal, dor lombar que melhora com movimento, ou exames alterados como FAN. Não é preciso ter diagnóstico.
Por que o diagnóstico importa
Doenças diferentes pedem tratamentos diferentes. Um diagnóstico preciso, em tempo adequado, é o que evita dano articular e protege órgãos.
Por que acompanhar de perto
Doença crônica muda de comportamento ao longo do tempo. Retornos regulares permitem ajustar o tratamento antes que a atividade da doença volte.
Como funciona o tratamento
Medicações para controlar a inflamação, cuidados com saúde óssea e cardiovascular, atividade física orientada e vacinação. Tudo revisto em cada consulta.
As dúvidas que mais pesam
Vou ficar deformado pela minha doença?
Essa é uma das maiores preocupações de quem recebe um diagnóstico reumatológico, e ela vem de uma realidade antiga. Hoje, com diagnóstico em tempo adequado e tratamento acompanhado de perto, a maior parte dos pacientes mantém as articulações preservadas e a rotina ativa. O objetivo do acompanhamento é justamente controlar a inflamação antes que ela cause dano. Cada doença tem seu comportamento, e isso é conversado abertamente na consulta.
Minha dor vai durar para sempre?
Depende da causa. Dor de origem inflamatória, quando a doença é controlada, costuma diminuir muito ou desaparecer. Dor de origem mecânica, como na artrose, tem estratégias próprias de controle. O primeiro passo é identificar de onde vem a dor; a partir daí, o plano de tratamento é construído para reduzir o impacto dela no seu dia a dia.
Essa doença tem cura?
Muitas doenças reumatológicas são crônicas, ou seja, acompanham a pessoa ao longo da vida. Isso não significa viver com sintomas: significa que existe um tratamento capaz de mantê-las controladas, muitas vezes em remissão, com qualidade de vida preservada. Algumas condições, como a gota, têm controle muito eficaz; outras exigem acompanhamento contínuo. A resposta exata depende do seu diagnóstico.
Vou ter que usar remédio para o resto da vida?
Em várias doenças reumatológicas, sim, o tratamento é contínuo, e isso é o que mantém a doença sob controle. Mas o plano não é fixo: medicações são revisadas ao longo do tempo, doses podem ser ajustadas e, em alguns casos, reduzidas. Nenhuma mudança deve ser feita por conta própria; ela é decidida em consulta, com base em como você está.
Meus filhos podem herdar essa doença?
Existe um componente genético em várias doenças reumatológicas, mas herdar a predisposição não é o mesmo que desenvolver a doença. Na maioria dos casos, o risco para os filhos é baixo, e não há indicação de exames preventivos em quem não tem sintomas. Se houver histórico familiar e sintomas, o caminho é a avaliação.
Quando devo procurar um reumatologista?
Dor nas articulações que dura mais de algumas semanas, inchaço, rigidez ao acordar, dor na coluna que melhora com movimento, exames alterados como FAN ou fator reumatoide, ou um encaminhamento de outro médico. Não é preciso ter diagnóstico: a investigação é justamente o papel da consulta.
O que levar na primeira consulta?
Exames anteriores, mesmo antigos, a lista de medicamentos em uso e, se possível, uma linha do tempo dos sintomas: quando começaram, o que piora e o que melhora. Se não tiver nada disso, a consulta começa do ponto em que você está.
Diagnóstico e conduta são sempre definidos em consulta, de forma individualizada.
Suas dúvidas cabem na consulta
Conte o que está sentindo ou o que motivou a busca. Nossa equipe orientará o agendamento no Medplex Santana, em Porto Alegre, ou por teleconsulta.
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